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Moradora denuncia abuso na interdição de rua para gravação de comercial


Categoria: Grita Santa  
21 de janeiro de 2010


Venho formalizar reclamação em relação à interdição total da Rua Dias de Barros, altura do Largo do Curvelo no dia 05/01 às 17 horas para uma gravação de comercial de cerveja. Como moradora fui impedida de chegar à minha casa na Rua Murtinho Nobre, 55, pois a interdição era total. O que me causa indignação, além da falta de aviso prévio aos moradores de um transtorno como esse, foi a presença de agentes da Prefeitura tais como guardas municipais que respaldaram totalmente a interdição. Ou seja, não fui avisada previamente do transtorno, fui impedida categoricamente pelos guardas municipais do meu direito de chegar à minha casa e ainda por cima não havia nenhuma sinalização nas vias de acesso à Santa Teresa de que ocorria uma interdição totalmente absurda na Rua Dias de Barros.

Pois bem, a interdição continuava pela manhã do dia 06/01e não fosse a insistência de um caminhão de entulho, pois não havia como manobrar, tiveram que liberar a rua, mas não sem ouvirmos impropérios por parte da produção do comercial.

Sendo assim, venho pedir a interveniência da AMAST contra este tipo de absurdo, pois são recorrentes os transtornos causados por gravações no bairro, mas nunca presenciei tamanho conjunto de transgressões culminando com o meu impedimento de chegar à minha casa respaldado por guardas municipais. Gostaria que os responsáveis pela autorização desse comercial e o oficial responsável pela Guarda Municipal presente no local fossem alertados dos abusos cometidos contra os cidadãos moradores de Santa Teresa e que os evitem no futuro.

__________________

Amast responde

A AMAST tem se manifestado repetidamente contra os abusos cometidos no bairro com esse tipo de ocupação das ruas, inclusive denunciando a omissão da prefeitura em relação ao problema. Infelizmente, os órgãos públicos responsáveis não têm atuado para evitar os transtornos decorrentes dessas gravações.

Não falamos em impedir esse tipo de trabalho no bairro, mas em organizá-lo de forma a não interferir de maneira tão desagradável na rotina dos moradores.

Além disso, temos defendido que esse tipo de uso do bairro deve reverter em benefício para o próprio bairro, como ocorre em outros lugares do mundo.

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