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Xixi na rua não pode, lixo também não. E daí?


Categoria: Mensagens da Diretoria  
21 de fevereiro de 2010

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Está certo. Xixi é no vaso sanitário e lixo é na lixeira. Mas, será que o Rio está preparado para fazer com que seus cidadãos respeitem essas regras incondicionalmente?

O que deve fazer, por exemplo, um policial militar estacionado numa esquina onde não há bares ou restaurantes para que ele possa, com licença, usar o banheiro para se desafogar? Alguns vão longe em busca de um banheiro. Outros se desafogam ali mesmo. Há testemunhas. No sábado pós-carnaval, numa das ruas de Santa Teresa, três deles molharam o pneu de um “indefeso” carro cor de prata. Em seqüência. Bem embaixo das janelas do prédio em frente. Fazer o quê?

Quanto ao lixo, vamos combinar. No domingo de carnaval, Praça XV lotada pelos foliões do Cordão do Boitatá, andei a rua do Mercado inteira, a rua do Ouvidor em seguida e cheguei à avenida Rio Branco sem encontrar uma única lixeira para depositar a garrafa de água vazia.

Aliás, numa cidade com mais de 6 milhões de habitantes, as lixeiras devem estar disponíveis em maior quantidade e devem ser maiores. Alô, alô, prefeito Eduardo Paes, as lixeirinhas “boca de siri” que se encontram aqui e acolá são pequenas para as necessidades de uma metrópole do tamanho do Rio.

Por incrível que pareça, há gente que põe lixo na lixeira na avenida Rio Branco. Quem ainda não viu lixeirinhas transbordando de lixo por lá? (Juçara Braga)

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