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Santa Teresa deve ter ônibus à noite
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12 de julho de 2010
Karine Tavares
Santa Teresa pode ter ônibus circulando à noite em até duas semanas. É o que garante o subprefeito do Centro, Thiago Barcellos, que na próxima quinta-feira se reúne com o subsecretário de Transportes do município, Rômulo Dante Orrico Filho, para acertar os detalhes sobre as mudanças no trânsito do bairro.
Durante a reunião, eles devem definir ainda em 30 quilômetros por hora o limite de velocidade nas ruas de Santa Teresa, o que passará a ser fiscalizado com um radar móvel. Placas indicando o limite também devem ser colocadas nas ladeiras do bairro. Além disso, a subprefeitura pretende propor às empresas que operam em Santa Teresa a diminuição dos intervalos em que os ônibus passam pelos pontos que, segundo moradores, chega muitas vezes a 30 minutos.
Moradores pleitearam mudanças há um mês
As medidas são uma resposta aos pedidos feitos pela Associação de Moradores de Santa Teresa (Amast). Após uma reunião realizada em maio com a subprefeitura e o subsecretário de Transportes, a Amast enviou, no dia 11 de junho, uma carta ao subprefeito com uma lista dos maiores problemas no trânsito enfrentados por moradores e turistas, além de sugestões de rotas alternativas para os ônibus que circulam no bairro, o que melhoraria o sistema de transportes no local.
- A maior reclamação dos moradores foi a velocidade. Os ônibus passam voando pelas ladeiras de Santa Teresa, que têm muitos pedestres passando – reclama Elzbieta Mitkiewicz, que é membro da Amast.
Segundo ela, a situação dos transportes no bairro é crítica já que os ônibus param de circular às 22h e os bondes, às 20h:
- Quem trabalha ou estuda até mais tarde fica sem opção de transporte público e acaba tendo que recorrer às Kombis, que não são legalizadas e não aceitam o cartão Riocard. Mesmo quem pode pagar por táxi tem dificuldades, já que muitos motoristas se recusam a subir com medo da violência.
Outros problemas citados por moradores que serão discutidos na reunião entre o subprefeito e subsecretário de Transportes são a falta de treinamento de motoristas de ônibus, a alta tarifa das passagens em relação aos percursos pequenos e as péssimas condições dos veículos.
O Globo OnLine – 11/07/2010
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09 de julho de 2010
Rioluz vistoria iluminação em ruas da Zona Sul
Manutenção será nos bairros do Flamengo,
Catete, Glória e Santa Teresa
A Secretaria de Conservação e Serviços Públicos, por meio da Rioluz, faz a manutenção durante esta semana de 320 pontos de luz nos bairros do Flamengo, Catete, Glória e Santa Teresa. Entre as principais vias atendidas estão ruas da Glória, do Catete, do Russel, Marquês de Abrantes, Barão do Flamengo, Senador Vergueiro, Arcos da Lapa, Avenida Beira Mar e Praia do Flamengo. O objetivo é rever as condições de iluminação desses bairros e, onde houver necessidade, fazer a substituição de lâmpadas queimadas ou apagar as que permanecem acesas durante o dia.
Fonte: Portal da Prefeitura – 09/07/2010
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20 de junho de 2010
Polêmica acesa
Associações de moradores organizam boicote contra a taxa de iluminação no Rio
Ludmilla de Lima
As associações de moradores envolvidas, há dois anos, na campanha do boicote ao IPTU agora encabeçam um movimento contra a Contribuição para o Custeio dos Serviços de Iluminação Pública (Cosip). O site “Taxa de luz – Apague essa ideia” (www.apagueessaideia.com.br) está recolhendo adesões desde a semana passada para um abaixo-assinado, que deve se transformar num projeto de iniciativa popular contra a contribuição. São necessárias 200 mil assinaturas e já foram recolhidas mais de três mil. Fora a mobilização na web, presidentes de associações já defendem o não pagamento da taxa, nos moldes do discurso de 2008 contra o IPTU.
A proposta de boicote ganha força com o projeto de lei, em tramitação na Câmara, que desvincula a taxa da conta de luz da Light. Na prática, com a separação, será possível deixar de pagar a contribuição sem correr o risco de ter a luz cortada. O grupo, que até agora reúne associações do Humaitá, Leblon, Santa Teresa e Leme, também planeja manifestações de rua contra a Cosip: a primeira delas, que ainda será marcada, será à noite, à luz de velas.
- Havendo o desmembramento das cobranças, no dia seguinte estaremos com a campanha do boicote na rua. A menos que o prefeito discuta o projeto da Cosip com a população e a Câmara – diz Augusto Boisson, presidente da Associação de Moradores e Proprietários de Prédios do Leblon.
Presidente da Associação de Moradores do Humaitá, Paulo Giffoni adianta que, além das ações de protesto, o grupo vai percorrer os bairros, em companhia de vereadores, para levantar os problemas de iluminação pública da cidade. O primeiro da lista será Santa Teresa, cuja associação de moradores denunciou que há cem pontos de luz desativados no bairro.
- A RioLuz tem problemas de gestão. Eles poderiam buscar mais soluções, uma gestão mais limpa e moderna e a economia de recursos. Há muito desperdício – afirma Giffoni.
O vereador Paulo Messina (PV), um dos autores da proposta, diz que o projeto de lei só deve ir a votação em agosto. Segundo ele, as chances de aprovação aumentam com a mobilização popular.
- Mesmo que as associações não consigam todas as assinaturas necessárias para um projeto de iniciativa popular (cerca de 200 mil, ou 5% do eleitorado do Rio), podemos receber o abaixo-assinado e recolher 17 assinaturas na Câmara a favor de um projeto revogando a taxa. Com esse apelo popular, fica complicado os vereadores ignorarem.
O superintendente de Relações Institucionais e Ouvidoria da Light, Eduardo Camillo, já enviaram à Câmara uma carta pedindo aos vereadores que rejeitem a proposta de separação. A concessionária alega que o valor da Cosip é discriminado na fatura mensal, permitindo que o consumidor entre na Justiça contra a obrigação.
A primeira cobrança da taxa chegou no mês passado. Os valores são atrelados ao consumo pessoal de energia elétrica do consumidor, variando de R$ 2 a R$ 90. Do total cobrado, 2,5% vão para a Light como taxa de administração.
- O Rio há muitos anos vem investindo muito pouco na rede de iluminação pública. A Cosip é fundamental. E o Rio é uma das últimas capitais a instituir a cobrança – diz o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, a quem a RioLuz é subordinada.
Osório lenbra que os recursos da Cosip só poderão ser aplicados em iluminação pública. Pelos cálculos da Fecomércio, autora de uma ação contra a taxa, o valor a ser recolhido em um ano chega a R$ 260 milhões.
O GLOBO Online – 17/06/2010
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15 de junho de 2010
Amast flagra postes acesos e sumiço
de luminárias em Santa Teresa
A campanha “Apague Essa Ideia”, movimento surgido através da Internet contra a nova taxa de luz, vistoriou nesta terça-feira (15/06) o bairro de Santa Teresa para apurar denúncia da Amast (Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa) de má conservação dos pontos de luz.
Em audiência pública realizada na Câmara dos Vereadores no último dia 07 de junho, Jorge Saad, presidente da associação, alertou sobre a precariedade do serviço de fornecimento de energia na região. Na ocasião, Saad afirmou que o bairro estaria abandonado, com muitas ruas na completa escuridão, enquanto muitos postes ficavam acesos durante o dia.
Na vistoria desta terça, a campanha do Apague Essa Ideia registrou 24 pontos de luz com sinais de má conservação, além de 16 pontos acesos à luz do dia. E isso tudo apenas nas Ruas Almirante Alexandrino e Joaquim Murtinho. Alguns postes de ferro estão com as bases totalmente enferrujadas, representando perigo a quem passa por ali. Outros postes encontram-se visivelmente tortos.
O movimento também apurou denúncia de Saad a respeito dos postes históricos da região. Segundo o presidente da Amast, nos últimos dez anos, funcionários da Rio Luz uniformizados vêm periodicamente retirando luminárias históricas do bairro, sob a justificativa de reparo, e muitas vezes não as recolocam. Na audiência, Saad disse que os moradores já teriam questionado a Rio Luz a respeito das luminárias, mas que não conseguiram uma resposta. Na visita desta terça, o movimento verificou que as luminárias que ainda estão ali apresentam má conservação. Na sua grande maioria, não foi verificado a existência de cúpula de vidro. Naquelas em que as cúpulas ainda se fazem presentes, as mesmas encontram-se totalmente sujas e com acúmulo de insetos e terra, o que prejudica a iluminação.
JB Online – 15/06/2010
Prefeitura coleta potes de vidro para seus bancos de leite até o final de junho
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10 de junho de 2010
Doações irão abastecer os seis Bancos de Leite Humano da Prefeitura, que atendem a bebês prematuros ou doentes
A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil está recebendo doações de postes de vidro com tampas plásticas (como os de café solúvel ou maionese) para utilização em seus seis Bancos de Leite Humano. Em comunicado no Diário Oficial de hoje, até 30 de junho haverá postos de coleta nas recepções dos blocos 1 e 2 do Centro Administrativo São Sebastião (Cass), na Cidade Nova.
Somente serão aceitos potes de vidro com tampa plástica, pois são os que podem ser mais bem esterilizados sem risco de contaminar o leite materno. Potes feitos de plástico ou com tampa de metal não são completamente seguros – o plástico não é resistente o bastante ao calor usado na esterilização, e o menor ponto de ferrugem no metal compromete o alimento.
Os Bancos de Leite Humano (BLH) da Prefeitura atendem às maternidades de toda a Rede Municipal de Saúde do Rio. O leite humano doado pelas mães voluntárias passa por um processo de pasteurização e controle de qualidade rigorosos, e alimentam os recém-nascidos internados nas unidades neonatais, aumentando as chances de recuperação dos bebês prematuros e/ ou doentes.
Sobre a campanha de doação de potes, e o funcionamento dos BLH municipais, a Secretaria de Saúde dá mais detalhes pelo telefone 3971-1947.
Fonte: Portal da Prefeitura









