Bonde inseguro volta a circular em Santa
Categoria: Mensagens da Diretoria
14 de janeiro de 2010
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O governo do Estado do Rio, irresponsavelmente, está colocando novamente em circulação os bondes reformados. Essa atitude reflete o descaso das autoridades do Poder Executivo estadual com a segurança da população e com a democracia, cujo princípio básico deve ser o respeito às manifestações das organizações populares.
A AMAST, representando os moradores de Santa Teresa, vem se manifestando radicalmente contra a circulação desses bondes, apontando problemas técnicos como, por exemplo, sua inadequação às ladeiras íngremes e sinuosas do bairro.
Por ignorar nossas denúncias em relação à insegurança desse chamado VLT, o governo estadual permitiu que acontecesse o acidente que vitimou a professora Andrea Resende, de 29 anos, em agosto do ano passado.
O que pretende o governo do Estado do Rio e a Central Logística ao ignorarem os problemas desse VLT? Quem certifica a segurança desse bonde (pessimamente) reformado que, além de matar Andréa, feriu seriamente um funcionário da Central dentro da oficina, no Largo do Guimarães, em julho de 2008? Que engenheiro assume a responsabilidade por esse Frankenstein?
AMAST na luta pelo bonde tradicional
Categoria: Atos Públicos e Plenárias
18 de dezembro de 2009
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O governador Sérgio Cabral e seu secretário de Transportes, Júlio Lopes, ignoraram a decisão da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que determinou o retorno dos 14 bondes tradicionais aos trilhos de Santa Teresa, a restauração das estações, da via aérea e da oficina.
Ao invés disso, Cabral e seu secretário continuam os testes com o VLT, que já matou uma pessoa em agosto deste ano e representa importante risco para a segurança de moradores, visitantes e trabalhadores do sistema de bondes.
Após o acidente com o VLT que vitimou a professora Andrea Rezende, o secretário Júlio Lopes e seus assessores afirmaram que os bondes tradicionais de Santa Teresa eram ultrapassados e estavam sucateados, não existindo mais peças para reposição.
Isto não é verdade. A AMAST solicitou, aos fornecedores, e recebeu orçamento de todos os itens necessários à recuperação dos bondes tradicionais, capacitando-os para voltarem a circular com total segurança para usuários, transeuntes e funcionários do sistema. O custo dessas peças, inclusive, é muito menor do que o custo de manutenção dos VLTs, cuja reforma consumiu R$ 14 milhões.
A ausência de investimentos no sistema de bondes de Santa Teresa vem de longa data e sucessivos governos, resultando no desmonte contínuo daquele que, durante anos, foi o principal meio de transporte do bairro. Os vários acidentes ocorridos com os VLTs, dois com vítimas, sendo uma fatal, não deixam dúvidas sobre a inviabilidade deste projeto.
Os moradores de Santa Teresa, através da AMAST, há muito defendem os tradicionais bondinhos que, este ano, completaram 113 anos. Nossa luta é pelo cumprimento da decisão judicial que determina recuperação imediata do sistema de bondes e pela garantia de que os VLTs jamais voltarão a circular em nosso bairro. Os bondes tradicionais são patrimônio histórico tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) e parte indissociável de Santa Teresa.
A luta pelo bonde histórico continua
Categoria: AMAST em ação
12 de dezembro de 2009
Este ano, tivemos uma grande tragédia no serviço de bondes de Santa Teresa. Uma tragédia anunciada. No dia 16 de agosto, a professora Andréa, de 29 anos, morreu em um acidente envolvendo o bonde reformado pela T-Trans, um táxi e um ônibus. Ela estava no bonde dito “modernizado”.
Na véspera, enviamos mensagem, à imprensa, denunciando a irresponsabilidade dos gestores do sistema de bondes ao colocar em circulação o bonde modernizado, inseguro e totalmente inadequado às ruas e ladeiras de Santa Teresa.
Antes disso, passamos meses denunciando a malfadada reforma, infelizmente levada a cabo pela Secretaria Estadual de Transportes do Rio sob o comando do secretário Julio Lopes. Não fomos ouvidos. Aconteceu o que prevíamos. Uma vida ser perdeu, uma família permanece em luto e o governo estadual, pressionado, retirou os bondes modernizados de circulação, mas não assumiu a responsabilidade pelo acidente.
Agora, esses bondes que colocam em risco a integridade física e a vida de usuários e pedestres no bairro está sendo devolvido às ruas. A Amast, mais uma vez, está denunciando a impropriedade desse retorno. Venha com a gente nessa luta
Moradores de Santa Teresa vão ao Fórum em busca de Justiça
Categoria: Atos Públicos e Plenárias
15 de setembro de 2009
Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa realiza manifestação na porta do Fórum, 4ª feira, 16/09/2009, às 13h.
Exigimos que o governo estadual cumpra a sentença judicial que estabelece sua obrigação na preservação do sistema de transporte por bondes Um mês da morte de Andréa, crônica de um acidente anunciado Conheça os descaminhos que levaram à morte uma jovem professora de 29 anos e continuam colocando em risco a vida de usuários e trabalhadores dos bondes, bem como de transeuntes do bairro.
Desde 2004, um inquérito civil público para apurar irregularidades na transformação dos bondes em VLT vinha se arrastando no Ministério Público. A violação do patrimônio público tombado e os riscos de acidentes foram incessantemente denunciados pela AMAST.
Em novembro de 2008, finalmente, o MP encaminhou ação civil pública à Justiça Estadual, pedindo cumprimento, pelo Estado, do Programa Estadual de Transportes (PET), devolução dos 14 bondes tradicionais, reversão da reforma irregular, reforma das estações Carioca e Curvelo e pagamento de indenização por violação do tombamento dos bondes.
Em 17/11/2008, a Justiça concedeu liminar determinando que o Estado colocasse os bondes restaurados em circulação em 60 dias. Ordenou, ainda, a reforma de estações, trilhos, oficina dos bondes e gradil nos Arcos da Lapa. ESSA LIMINAR NUNCA FOI CUMPRIDA.
O descompromisso do governador Sérgio Cabral e do secretário estadual de Transportes, Julio Lopes, bem como de seus antecessores, com o cumprimento da decisão judicial permitiu que acontecesse o acidente que matou a professora Andréa Resende de Jesus, de 29 anos, no dia 16/08/2009.
Andréa é vítima do descaso do governo estadual e da omissão da Justiça diante do descumprimento de sua liminar. Não dá pra dizer que foi fatalidade. Foi crime. Andréa estava no bonde reformado pela empresa T-Trans. Uma reforma descabida, cuja impropriedade vem sendo denunciada seguidamente pela AMAST.
Diante de uma vítima fatal e da grita de Santa Teresa, a Justiça Estadual transformou a liminar em sentença. Queremos O CUMPRIMENTO IMEDIATO DESTA SENTENÇA, antes que novas vítimas se façam necessárias para que haja Justiça.
Queremos que o Ministério Público cumpra seu papel de advogado e defensor da sociedade a amplifique nossa voz, como determina a Constituição Federal.
A situação hoje:
- Apenas dois bondes tradicionais estão circulando, em condições precárias, COM ALTÍSSIMO RISCO DE NOVOS ACIDENTES, devido à falta de recursos para manutenção. Falta tudo na oficina.
- Os VLTs foram retirados de circulação sem que o governo estadual dê as explicações necessárias sobre o retorno dos bondes tradicionais e a solução para reverter essa reforma descabida.
- As vítimas do acidente do dia 16 de agosto e suas famílias continuam sem qualquer consideração do Governo estadual·
- Não há resposta sobre o uso do dinheiro público nessa infeliz reforma.
Curvelo das 7 mentiras
Categoria: Grita Santa
02 de setembro de 2009
Governo Cabral faz maquiagem no Sistema de Bondes de Santa Teresa. Ao invés de recuperar, a verba foi para produzir vídeo de ficção. A realidade é bem mais dura, veja abaixo:










