O carnaval acabou, mas o desrespeito não. Leniência e omissão, o legado da Prefeitura em Santa Teresa

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O carnaval acabou, mas o desrespeito não

A Quarta-feira de Cinzas (18/2) foi o auge do desrespeito com os moradores de Santa Teresa, já tão sacrificados durante o Carnaval. O bairro foi território livre para o vandalismo, e todo tipo de abuso. Os blocos não autorizados fecharam ruas, bloquearam ônibus, invadiram praças e usaram ruas e laterais dos carros estacionados como banheiros – uma vez que os químicos já haviam sido recolhidos com o fim dos desfiles dos blocos do bairro no encerramento do Carnaval na terça-feira.

Este o legado da prefeitura no bairro, depois de meses de alertas, reclamações, omissão e leniência. Os vídeos mostram as ruas Almirante Alexandrino, Hermenegildo de Barros, Praça Odylo, Paschoal Carlos Magno, além de outras sem imagem como as ruas do Oriente, Largo das Neves etc. Até pelo menos as 22 horas o furdúncio se manteve, em uma tortura sem fim para os moradores.

É preciso que façamos um balanço sobre todo esse cenário e pensar que caminhos tomar na defesa do bairro, pois os abusos não se limitam ao Carnaval. Durante todo o ano são realizados eventos nos quais a opinião dos moradores é simplesmente ignorada. Assim, entre as plenárias que a Amast pretende organizar em 2026, vamos dedicar uma aos eventos que são promovidos em Santa Teresa.

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